A minha morte  

Posted by Deyris Almeida


A minha Morte
Eu quero, quando morrer, ser enterrada
Ao pé do Oceano ingénuo e manso,
Que reze à meia-noite em voz magoada
As orações finais do meu descanso…


Há-de embalar-me o berço derradeiro
O mar amigo e bom para eu dormir!
Velei na vida o meu viver inteiro,
E nunca mais tive um sonho a que sorrir!

E tu hás-de lá ir… bem sei que vais…
E eu do brando sono hei-de acordar
Para teus olhos ver uma vez mais!

E a Lua há-de dizer-me me voz mansinha:
- Ai, não te assustes… dorme… foi o
MarQue gemeu… não foi nada… ’stá quietinha…

Florbela Espanca em [Esparsos de Florbela]

Assalto na lan house novamente...  

Posted by Deyris Almeida

Estávamos todos tranquilos lá em casa quando meu pai chega por volta das 9 horas da noite muito assutado. ( aconteceu alguma coisa...- pensei ).
ele deu um longo suspiro e disse que a lan house onde meu tio Abimael trabalha foi assaltada por dois bandidos armados.
Quando ele disse isso, eu pensei no pior e quase caí ppra tráz.
Eles entraram como se fossem usar os Pcs, perguntaram quanto custava a hora e quando meu tio informou a eles, anunciaram o assalto.
Com muita agressividade eles colocaram meu tio no banheiro, trancaram a porta, pegaram o dinheiro do caixa e foram assaltar os usuários que até então, não haviam percebido nada.
Levaram celurares, dinheiro e outros pertences. depois, colocaram todos dentro do banheiro também e foram embora deixando todos trancados ( eles, além de trancarem a porta do banherio, trancaram os portoes da lan também, levando as chaves).
Nesse sufoco, ainda teve gente ferida: um rapaz que, pensando que se trava de uma brincadeira, não quis dá o celular para o bandido e acabou levando uma coronhada na cabeça qu fez bastante estrago.
Do banheiro, meu tio conseguiu ligar pro meu pai que estava em outra lan house que fica esxatamente em cima da que foi assaltada, e pediu ajuda. ele ligou do celeular de uma menina, que, por sorte, eles não levaram tambémn.
Meu pai cehgou, arrombou tudo e libertou todos, eles estavam apavorados. Graças a Deus não houve morte.
Realmente a situação aqui está ficando cada vez pior. Agora, mais do que nunca quero ir embora daqui e voltar para a cidadezinha odne nasci. Não querendo dizer que lá seja o local mais seguro do mundo, mas é sem dúvida, menos perigoso.

Sábado...  

Posted by Deyris Almeida

Ontem a apresentação foi um arrazo! Nossa turma foi a melhor. Estava morrendo de vergonha do público, pois estava usando uma roupa bem curta. Foi humilante para mim ter que está ali na frente de váras pessoas praticamente nua e ter que me esfregar em um rapaz... Mas, fazer o que? Só fiz isso porque tava valendo a primeira nota do segundo bimestre, e em todas as materias! ( o que a gente não faz para ter boa nota na escola) O pior de tudo, é que a mãe da Joana Darc, dona Tania, tava lá ( ela estuda lá, faz supletivo) filmou tudo e tirou foto! - que raiva! não queria que ninguém registrasse esse momento!
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Um pequeno resumo do livro Saraminda de José Sarney:




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Saraminda, obra do escritor e político José Sarney, mostra que um ambiente exótico pode ser um ótimo palco para uma obra erótica.
Passada no Amapá, a obra conta a história de Saraminda, uma prostituta guianense que se instala com seu dono no garimpo do Contestado. Saraminda tinha "olhos verdes, cabelos lisos que ecorriam nos ombros, a pele cafusa, peitos firmes, de cones finos, que pareciam castanheiras eretas, linheiras, que não dobravam na ventania.".
Sua avó Balbina, montara um bordel para marinheiros de longas travessias. Sua mãe, Julienne, aos quatorze anos foi prostituta no bordel do cais, de onde saiu levada por um preto da Guiné, com quem viveu até que morresse de gripe. Viúva, entregou-se a um sargento que tinha vergonha dela, e dessa união nasceu Saraminda. Sobre ela, Carlos Heitor Cony disse: "Oito vezes virgem, oito vezes puta, traz nos olhos verdes e nos seios dourados o prazer e a desgraça".
A história começa com um leilão, no qual serão compradas as prositutas que serão levadas para o garimpo.
Saraminda não espera ofertas e se oferece para Cleto Bonfim, o mais rico e poderoso garimpeiro, e a partir dali começa a enfeitiçá-lo, obrigando-o a fazer todas as suas vontades.
É da relação de amor e ódio, de quem sabe que está sendo usado, mas não pode resistir, que se faz o romance. Mas os melhores momentos são aqueles descrevem a sensualidade poética de Saraminda. Em oposição a Cleto, rude e grosseiro, que fala palavrões em francês e parece resoluto ("Tire a roupa, você é mulher de bordel, não tem que pensar, nem romance, quero ver seus peitos"), a moça contrapõe seu erotismo.
A primeira relação dos dois demonstra bem essa dicotomia. Narrada por Cleto, a passagem denuncia a verve poética de Sarney:
"Eu soube o que era amor. E eu fui implorando para ela se entregar, e ela era uma cobra sucuri que se enrolava em mim e fugia sem fugir, assim junta e sussurando. O candeeiro estava ao pé da cama. Sua luz caía. Eu não via direito e levantei para aumentar o morrão. Ali estavam os bicos dos seios que eu apenas tinha entrevisto, amarelos como ouro bruto, tirado da terra, mas do brilho trabalhado por mãos de ourives, artista do bonito. As pontas eram grandes, altas, duras, roliças, faiscavam como tição. Beijei-as. Elas encheram minha boca e se derreteram. Mas não ficou aí minha devassidão. Não quis beijá-la, encostei a cabeça em seu pescoço para descobrir os caminhos que me conduziriam até o garimpo. Nas partes altas da mulher, Saraminda não tinha pelos. Minhas mãos tocaram. Era como costas de jeju, babosa, lisa e mais escorregadia do que semente de linhaça.".
Saraminda é um bom livro para quem gosta de erotismo poético em locais exóticos.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Saraminda"







Mother Earth  

Posted by Deyris Almeida




Mother Earth (tradução)
Within Temptation
Composição: Within Temptation


Mãe Natureza

Pássaros e borboletas
Rios e montanhas ela cria
Mas você nunca saberá
O próximo passo que ela vai dar
Você pode tentar
Mas é inútil perguntar por que
Não pode controlá-la
Ela segue seu próprio caminho

Ela governa até o fim dos tempos
Ela dá e ela tira
Ela governa até o fim dos tempos
Ela segue seu próprio caminho
Com cada suspiro
E todas as escolhas que nós fazemos
Nós apenas estamos atravessando o caminho dela
Eu encontro minha força
Acreditando que sua alma se mantém viva
Até o fim dos tempos
Eu levarei isso comigo


Eu

Eu

Sobre mim:

Minha foto
Deyris Almeida
São Luis, Maranhão, Brazil
"Acredito! Porque creio em milagres, eles começam a acontecer. Porque tenho a certeza que o meu pensamento pode mudar a minha vida, ela começa a mudar. De vez em quando, decepciono-me. Às vezes, magou-me. E então, escuto dizerem-me: Como é ingénua! Mas sei que vale o preço. Por cada derrota, terei duas vitórias a meu favor! Todos os que acreditam sabem isso. Acredito no amor, porque o tenho dentro de mim!"
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Citações:

A nossa felicidade depende de nós mesmos ( Aristóteles)
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O mais importante da vida não é saberes onde estás, mas sim para onde vais.(Goethe)
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A vida é uma tragédia quando vista de perto, mas uma comédia quando vista de longe.
(Charlie Chaplin)
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